footnews


It gives us great pleasure to announce that our new album Man-Made, will be released on the 2nd of May. Twelve new songs for your delectation. Released on our own PeMa label, with the catalogue number PeMa002. We'll also be playing a couple of shows to celebrate our return. The first is in London at the Scala on the 29th March followed on the 31st with a show at the Mitchell theatre in Glasgow. Support on both shows will be Green Peppers. We'll be announcing a fuller touring schedule very soon.

 



  Escrito por normanblake às 14h23 [] [envie esta mensagem]





Os anos 80 recuperados com estilo

Todo retorno de algum artista que já sentiu o gosto da fama algum dia traz um toque de desconfiança. "Voltou porque está falido e precisa de grana", costuma ser a primeira coisa que vem à mente. Em muitos casos isso é verdade, e o Sex Pistols escancarou essa realidade quando se reuniu para alguns shows em 1996. Mas o retorno de grandes ícones dos anos 80 para shows e discos em 2005 mostra que a preocupação destes artistas ultrapassa motivos monetários. É a sobrevivência artística que conta, somada à oportunidade de reviver os anos 80, trazida à tona por grandes nomes da cena indie emergente: Franz Ferdinand (cópia descarada de Gang Of Four), The Rapture (idem), Delays (Cocteau Twins), The Coral (Echo & the Bunnymen), The Killers (uma soma de influências new e pós-new wave), entre muitos outros.
No badalado festival de Coachella deste ano, três dinossauros dos anos 80 juntam seus ossos e mostram sua arte, embora sem trabalhos inéditos: Gang of Four, Bauhaus e Cocteau Twins. o Gang se apresenta pela primeira vez, desde 1981, com sua formação original (Andy Gill, Jon King, Dave Allen e Hugo Burnham), aproveitando-se da onda de novas bandas que xerocam seu punk-funk politizado. O Bauhaus faz seu segundo comeback. Em 1998 a banda retornou para comemorar seu vigésimo aniversário e gravou um disco ao vivo (Crackle), com um apetitoso bônus: a primeira gravação em estúdio de Bela Lugosi's Dead. Já o Cocteau Twins vem também com formação original, mas avisa que não pretende gravar nenhum álbum novo. Se há os dinossauros dos 80 que conseguiram um grande e fiel público e parecem retornar apenas para manter seus nomes vivos na memória dos fãs e mostrar suas grandes músicas para gerações mais novas, por outro lado outros artistas da mesma década, apesar de talentosos, não conseguiram desfrutar de carreiras tão consistentes como seus antecessores. E voltam nos anos 00 não só para tocar mas continuar suas carreiras, interrompidas por um ou outro motivo. É o caso de duas excepcionais bandas do final dos anos 80. A primeira, o Wedding Present, ainda poderia ser ouvida no começo dos 00 com outro nome, Cinerama, porém bem mais pop que os primeiros discos guitarreiros dos Weddoes. Em Take Fountain, novo trabalho que saiu no começo do ano, David Gedge mostra que não é o mesmo cantor nervoso do começo de carreira. O Cinerama, por bem ou por mal, mudou seu modo de compor, e neste novo trabalho parece que ele só mudou o nome do grupo. Compôs onze belas canções; algumas, como Queen Anne e Perfect Blue com direito a belas orquestrações. Para lembrar o passado nervoso, Gedge adiciona só mais uma pérola à sua coleção: It's For You.

Volta por Cima
 
Típico caso de volta pela sobrevivência, principalmente artística, é o House of Love. A dupla Guy Chadwick/Terry Bickers poderia ter conseguido, no auge da carreira da banda, em 1988, o mesmo sucesso intercontinental que teriam mais tarde o Oasis dos irmãos Gallagher e o Coldplay. Porém, os famosos exageros do consumo de drogas e briga de egos (diferenças artísticas irreconciliáveis, como diria Bickers na época) colocaram um fim na dupla e condenaram o House of Love a uma carreira errática até 1994, quando se dissolveu. O HoL fez um disco magistral em 1988, com o próprio nome da banda, marcado pela inesquecível Christine, mostrando um mix de guitar noise e
psicodelia que daria base para o movimento shoegazer, na virada dos 80/90. Depois da saída de Terry Bickers, Chadwick tocou o barco, compondo ainda belas canções como Beatles & Stones e In Your Eyes, mas sem conseguir produzir um álbum redondo e conciso como o primeiro House of Love. Ao mesmo tempo, Bickers tentava se segurar no mercado com o Levitation, psicodélico até o osso, onde revelou sua tendência a se afundar em drogas (um Pete Doherty dos anos 80). Nos anos 90, ele mergulhou no ostracismo enquanto Chadwick produziu um belo e menosprezado disco-solo (Soft & Slow), em 1998. Antes disso participou de projetos que não deram em nada, como o The Madonnas (quem já ouviu falar disso?).
São insondáveis os motivos que levam alguém quase no fundo do poço profissional de uma hora para outra resgatar sua genialidade e compor uma obra-prima. Mas, para Chadwick, pode-se afirmar que o reencontro com o ex-amigo Terry Bickers foi um deles. Em 2004 eles deixaram suas diferenças de lado e chamaram o baterista original da banda, Pete Evans, para trabalharem em material inédito. "Voltaram pela grana porque estão falidos", novamente volta à mente aquela velha idéia. Pode até ser, como também é provável que eles estejam se dando uma última chance de mostrar talento e sobreviver no cada vez mais acirrado mercado musical.
Para mim, conseguiram. "Days Run Away" é um disco perfeito, daqueles que dá vontade de fazer um elogio a cada duas palavras digitadas. Até parece que não se passaram 17 anos desde o lançamento de House of Love, até então o primeiro e único trabalho em que Chadwick e Bickers trabalharam juntos. O que para os mais puristas pode parecer um sacrilégio é realidade: "Days Run Away" é melhor que "House of Love"! As letras de Chadwick carregadas de melancolia juvenil e o guitar noise da banda amadureceram, dando lugar a composições mais cínicas e desencanadas, com maior variação nas melodias, todas magistralmente compostas. desde o bluegrass (!) de Already Gone até a acústica e indescritívelmente bela Anyday I Want, em que Chadwick e Bickers duelam voz e violões sob uma harmonia que remete a Dylan. Por falar nisso, parece que também as influências mudaram. Se no começo de carreira o House of Love evocava coisas de Jesus & Mary Chain (presente agora somente em úma música, May You Know) e até Smiths, agora eles lembram até Ian McCulloch na estrutura musical de Money and Time, sem contar momentos inspirados em Dylan e Lou Reed.
Há 10 clássicos em Days Run Away. Tarefa difícil para escolher o primeiro single porque todas as músicas são ótimas. A escolhida foi Love You Too Much, como poderia ser qualquer das outras 9, incluindo a faixa-título, que abre com um riff de guitarra que lembra muito o usado em Christine. O House of Love está de volta, e que desta vez tenha vindo para ficar!

 



  Escrito por normanblake às 18h30 [] [envie esta mensagem]





DEPUTADO CANALHA

Quem procura isso no Google acha em primeiro lugar o nome de Aldo Rebelo, hoje ministro da Coordenação Política

  Escrito por normanblake às 16h38 [] [envie esta mensagem]





508

ANTES

  Escrito por normanblake às 14h15 [] [envie esta mensagem]





DÉSPOTA CACHACEIRO

Vá até a primeira página do Google e digite as palavras acima. Se fizer a mesma coisa que estou fazendo com o meu blog, pode ser que a audiência do seu dispare. Será que dá certo? Se der, um brinde ao Lula!

  Escrito por normanblake às 14h12 [] [envie esta mensagem]





Diário da Turnê, By Norman Blake

O vôo de Londres para São Paulo leva aproximadamente onze horas, trinta minutos, ou para colocar de uma outra forma, bastante tempo para crescer num homem uma modesta barba. Eu ataco o cinto, aperto a fivela, encosto na poltrona, peço duas garrafas de vinho (pequenas) e assisto à um pequeno avião se dirigir do norte ao sul na pequena tela de TV na cadeira da pessoa sentada na minha frente. Eu já assisti à esse filme.

Muitos meses depois, chegamos em São Paulo.

Estávamos querendo fazer essa viagem há muito tempo. O grupo tem estado juntos há quinze anos e nunca colocou o pé na América do Sul. Os nossos amigos do “Belle and Sebastian” recentemente voltaram do Brazil e falaram o quanto adoraram a viagem. Francis (o nosso baterista) fez alguns shows solo no ano passado e teve bons momentos, dos quais ele não conseguia, de fato, lembrar o que tinha acontecido exatamente, mas estava gaguejando alguma coisa sobre coração de galinha. Levou uns seis meses para ele se recuperar.

2º dia

Aeroporto Internacional de São Paulo, ainda estamos viajando. Eduardo Ramos (o homem) se junta a nós para a próxima longa viagem. Uma viagem de três horas para Recife. Eu como o meu primeiro pão de queijo.

Nós tivemos tempo para um banho rápido antes de ir para uma coletiva dentro do hotel. Não temos feito muitas dessas e eu rapidamente fantasiei que eu era Hans Blix falando com o pessoal da imprensa no edifício da ONU em Nova Iorque (o Jet Lag pode afetá-lo de formas estranhas e misteriosas). Eu aí comecei a falar demais sem coerência por mais de meia hora. Agora eu gostaria de pedir desculpas a todos que compareceram, por terem gastado as suas fitas e seu tempo. As pessoas conseguiram entender o nosso sotaque escocês? Eu não tenho idéia. Nós ainda fizemos novos amigos, assinamos algumas capas de discos, tiramos algumas fotos e fomos para o bar do hotel.

Duas horas depois, fomos para outro bar e tivemos a nossa primeira caipirinha. Um homem em um chapeu de palha traz três rodadas. Estamos muito felizes. Eu estou bêbado e ainda não jantamos. Nos encontramos depois em um restaurante chamado “Mingus”. Nicolau Sultanum (o dono) gentilmente nos convidou para comer lá. Tivemos uma refeição com uma comida fantástica e bebemos galões de vinho. Teve até charutos. Eu passei.

3º dia

Primeiro dia de show. Eu durmo, nenhuma praia para mim. Ao invés disso, eu saio pra tomar café e lanchar. Eu me encontro com o grupo sueco Hell on Wheels, com quem passamos muito tempo juntos durante a semana. Comparamos as nossas ressacas.

O show é na universidade. Uma teatro bonito com um palco grande e boa acústica. Não temos idéia do que esperar. As pessoas saberão as nossas músicas? Será que menininhas mal informadas irão aparecer pensando que é uma banda de meninos da Escócia?

Finalmente chegamos no palco, tocamos uma música e estamos felizes em descobrir que as pessoas conhecem e que só foram poucas as meninas decepcionadas.

4º dia

Nos despedimos de Recife e voltamos para São Paulo. Tivemos outro dia livre. É fim da tarde quando chegamos no centro da cidade. Bebemos em um bar no topo do Edifício Italiano (muito legal) e depois fomos para um jantar.

5º, 6º, 7º dia

Está marcado para tocarmos três noites de shows no SESC. Antes da passagem de som, somos levados para comer o nosso primeiro pastel. Temos algo similar na Escócia chamado “bridie”.

O local tem uma estrutura estranha. De tal forma que, para sair do camarim para o palco, você tem que passar pela cozinha. A cozinha é completamente hardcore e sempre muito cheia de gente. Muitas pessoas com uniformes brancos e luvas verdes emborrachadas. No final dos três dias, eu me sinto como se estivéssemos unidos a um grande números de trabalhadores (Oi meninas!).

Os shows foram uma revelação. O público é incrível. Nos conectamos bastante com eles... muito mesmo! Todos concordaram que esses foram os melhores shows que nós fizemos. Mudamos o set toda noite. Tentamos tocar o máximo de músicas que pudemos. Nós amamos o público e eles nos adoraram também. Nós cogitamos queimar os nossos passaportes no palco como um ritual e desaparecer na noite. Não queríamos sair.

Na segunda noite, fomos para uma festa em uma loja de roupas chamada “Generics”. Eu toquei alguns discos. Conhecemos uma menina que está usando calcinhas do Teenage Fanclub, estilo Superman, em cima das suas calças. Ela é legal e assinamos as calcinhas. Foi uma loucura!

8º, 9º, 10º dia

Curitiba Pop Festival. Estamos agendados para tocar com os nossos amigos Pixies. Não nos vemos como um grupo há uns dez anos. Pessoas muito legais. Estou animado com a expectativa e vê-los tocar juntos. O festival acontece numa pedreira antiga. Muito dramático. Tinha uma jaula que funcionava como elevador andando pela parede da pedreira. Nós andamos nele.

O show foi divertido. Era um palco muito grande e tocamos um perto do outro. Colocamos o retorno bem alto e fizemos o nosso melhor para fazer barulho. Conhecemos pessoas que viajaram o país inteiro só para ver o nosso show (Obrigado a todos!).

Pixies tocou na nossa última noite no país. Um set fantástico. Voltamos para o hotel. O hotel tem uma câmera de segurança que monitora quem está entrando e saíndo no lounge. Você também pode assistí-lo pela TV do seu quarto, canal três. Adorei isso. Kim Deal disse para mim que ela também é fã do canal três.

Ficamos acordado até tarde. Pixies fez o check-out às 5 da manhã. Nós os assistimos fazerem o check out do hotel no canal três. Kim Deal, sendo uma grande estrela que ela é, dança para nós. Kim, eu amo você!

E tudo terminou.

O tempo que passamos foi incrível. Conhecemos pessoas maravilhosas. Nos apaixonamos (sigh!).

Estou escrevendo isso da minha cozinha do meu flat em Glasgow. Tem um mapa gigante na parede. Estou olhando para o Brasil e pensando em como eu posso voltar...





  Escrito por normanblake às 16h18 [] [envie esta mensagem]





Crítica do Show do Teenage por Hugo Montarroyos

Bem, aqui vai um desabafo de 11 anos. Talvez me arrependa mortalmente do que escreverei abaixo, mas, quer saber, dane-se! Ontem realizei um sonho que julgara inacessível, proibido. Já posso morrer em paz. A partir de agora, estou livre para vender pamonha de puro milho verde em Piracicaba ou para plantar pimenta vermelha no noroeste do Paraná. O que vier é lucro... não almejo mais nada, não tenho mais ambições... Sendo assim, pro raio que o parta a seriedade e o "compromisso jornalístico". Me diverti paca! Alcancei a plenitude espiritual sem precisar de dogmas, mantras, Jesus Cristo, Espírito Santo, Freud, psicotrópicos e tal. E você, nobre leitor deste site, tem três opções agora que está lendo estas indigitadas linhas:
a) morder os cotovelos de inveja;
b) me dar os parabéns;
c) me mandar tomar no Hemisfério Sul... A escolha é sua!
Pra mim, tanto faz. Já se você tiver se divertido tanto quanto eu, entre em contato comigo e vamos tomar umas brejas e trocar umas idéias. Eu pago a conta!

Bem, o show do Teenage Fanclub... Os caras entram em cena. Norman Blake manda um sonoro "Boa Noite" e Raymond McGinley ataca com "About You". Na seqüência, "Start Again". Gerard Love tira do bolso a fantástica "Don't Look Back". Tudo perfeito. Três vozes afinadíssimas, três compositores fenomenais e, parte da platéia, composta de jornalistas, alcança o Nirvana. A outra parte (não vi este fato inusitado, pois não desgrudei os olhos um só segundo do palco) dormia. Fato, no mínimo, engraçado... O TFC é assim mesmo, inofensivo. Quem não gosta pode aproveitar para tirar um cochilo na boa.

A banda priorizou de início o repertório do "Songs From Nothern Britain". Deste álbum, tocaram, além da já citada "Start Again", "Ain't That Enought" (a preferida de Nick Hornby), a excepcional "I Don't Want Control of You" e, finalmente, a que mais gosto do disco, "Speed of Light". A partir daí, comecei a pedir desesperadamente ao Gerard Love para tocarem "Spark's Dream". O cara ouviu, olhou para mim, riu e ficou na dele. Implorei ao baixista porque ele é o dono da música... preferiram tocar "What You do to Me". Nada mau.

Não posso reclamar do que veio em seguida, "The Concept", música que escuto diariamente desde 1993. Chorei. É, me derramei em lágrimas. Pode me chamar de boiola que não ligo. Sou macho pra cacete! Por trás deste choro estava engasgado um desabafo de 11 anos, a prova definitiva que podemos botar fé porque às vezes dá pé. Tudo bem, já tinha perdido a sanidade, me exposto ao ridículo. Pela primeira vez na vida dediquei-me ao "air guitar". Cara, 11 anos são 11 anos!

Continuei a implorar por "Spark's Dream". Para minha surpresa, quem anunciou a boa nova foi Norman Blake! Bicho, desculpe a liberdade, mas aquilo foi tocado em minha homenagem. Pelo menos na minha fantasia, do jeito que guardarei para o resto da vida. Nem vale a pena contar como fiquei durante a execução da música. Agradeci aos caras, simples assim.

Ainda teve "I Need Direction", "Star Sign", "Mellow Doubt", "Verisimilitude". E ainda ficou faltando "Planets", "Neil Jung", "Sidewinder"...

Do fundo da minha alma, quero agradecer ao RecifeRock, Coquetel Molotov e, principalmente, a Norman Blake, Raymond McGinley, Gerard Love e Francis MacDonald

  Escrito por normanblake às 16h16 [] [envie esta mensagem]





DEU NO PELÉ NET

Confira a dança dos técnicos do Brasileirão 2004

Atlético-MG - Paulo Bonamigo, Jair Picerni, Mário Sérgio e Procópio Cardoso
Atlético-PR - Mário Sérgio e Levir Culpi
Botafogo - Levir Culpi, Mauro Galvão e Paulo Bonamigo
Corinthians - Oswaldo de Oliveira e Tite
Coritiba - Antonio Lopes
Criciúma - Vágner Benazzi e Lori Sandri
Cruzeiro - Paulo César Gusmão, Emerson Leão, Marco Aurélio e Ney Franco
Figueirense - Dorival Junior
Flamengo - Abel Braga, Paulo César Gusmão, Ricardo Gomes e Andrade
Fluminense - Ricardo Gomes e Alexandre Gama
Goiás - Celso Roth
Grêmio - Adílson Baptista, José Luiz Plein, Cuca e Cláudio Duarte
Guarani - Joel Santana, Zetti, Lori Sandri, Agnaldo Liz e Jair Picerni
Internacional - Lori Sandri, Joel Santana e Muricy Ramalho
Juventude - Ivo Wortmann
Palmeiras - Jair Picerni e Estevam Soares
Paraná - Paulo Campos, Gilson Kleina e Paulo Campos
Paysandu - Artur Neto, Givanildo de Oliveira, Adílson Baptista e Vágner Benazzi
Ponte Preta - Estevam Soares, Marco Aurélio e Nenê Santana
Santos - Emerson Leão e Wanderley Luxemburgo
São Caetano - Muricy Ramalho e Péricles Chamusca
São Paulo - Cuca e Emerson Leão
Vasco - Geninho e Joel Santana
Vitória - Agnaldo Liz, Oswaldo de Oliveira, Hélio dos Anjos e Evaristo de Macedo

  Escrito por normanblake às 11h39 [] [envie esta mensagem]





METERAM A MÃO NO SÃO CAETANO!

E assim caminha a mediocridade no futebol brasileiro. Mais um campeonato jogado na lama!

  Escrito por normanblake às 14h27 [] [envie esta mensagem]





NOVO FOTOLOG

Assim como já fiz com assuntos pertinentes ao Palmeiras, também comentários sobre grandes discos ou discos clássicos estou passando para outro blog, ou melhor, fotolog (com as capinhas dos CDs), neste endereço: http://p.damian.fotoblog.uol.com.br. Lá também tem espaço para comentários sobre os discos postados. Aproveitem...

  Escrito por normanblake às 11h18 [] [envie esta mensagem]





NOVO BLOG

Pessoal: os assuntos pertinentes ao Palmeiras estou publicando em meu novo blog:

http://sociedadeesportivapalmeiras.weblogger.terra.com.br

Aqui vai continuar sendo um mural sobre futebol em geral e música alternativa.

  Escrito por normanblake às 09h59 [] [envie esta mensagem]





MELHORES DE 2005

Duas bandas saem na frente na corrida pelo melhor disco pop/rock de 2005:
Mercury Rev, com o fantástico Secret Migration e o Low, com o delicado The Great Destroyer

  Escrito por normanblake às 00h44 [] [envie esta mensagem]





NOTAS MUSICAIS

Impressionante a pancada de bandas novas que tem surgido por aí - e o mais interessante é que muitas delas estão com seus trabalhos sendo lançados por aqui. Evidentemente, algumas tem recebido mais destaque do que outras na imprensa dita alternativa, mas isso se deve mais ao gosto pessoal dos jornalistas (em especial o Lúcio e o Álvaro) do que qualidade propriamente dita. Aqui vão alguns comentários:
1) Arcade Fire. Não gostaria de escrever isso, mas tenho que concordar com o Álvaro Pereira Júnior. É uma banda muito boa e que vale a babação que está sendo feita lá fora e agora aqui dentro. A base é aquela coisa meio quebrada à Franz Ferdinand e Rapture. Só que os arranjos matadores meio Lambshop meio Thindersticks dão um tempero todo especial à mistura.
2) Kasabian. Parece que o Álvaro passou a ouvir coisas boas nos últimos tempos. Uma das melhores pedidas da nova geração.
3) The Primary Five. Desta banda nunca ouvi brasileiro nenhum falar. E é um dos mais bem-feitos trabalhos de indie-pop dos últimos tempos. Nos melhores momentos, lembra Teenage Fanclub. Nos piores, Matthew Sweet. Quer saber mais? É a banda de um certo baterista escocês chamado Paul Quinn. Quem conhece a fórmula já sabe resolver essa equação... O disco North Pole é um dos melhores de 2004. Aliás, este é um ano em que se pode pegar 10 bandas escocesas e colocá-las como as 10 melhores do ano. Incrível como essa terra dá gente boa... E não estou falando do Franz Ferdinand...
4) Enquanto algumas bandas vão sendo badaladas, outras vão comendo pelas beiradas. É o caso do excepcional grupo neo-shoegazer Monster Movie, nascida das cinzas do Slowdive, que, em seu novo trabalho, To The Moon, flerta com tonalidades usadas pelo gênio Neil Halstead no seminal Mojave 3.
5) Uma banda chamada Gay tem tudo para dar certo? Pelo nome não. Mas essa turma de malucos, que faz um som influenciado por ícones indie como Papas Fritas, New Pornographers e Aberfeldy, mostra que nome não ganha jogo e o que vale é o talento. Mais um grande nome do indie-pop em 2005.



  Escrito por normanblake às 00h27 [] [envie esta mensagem]





QUEM VAI SE DAR BEM EM 2005

Quatro times vão começar 2005 com o pé direito: Taboão, São Vicente, Itararé e Votuporanga. Isto porque, melhores classificados do Paulistão da Série B2 em 2004, subiram dois degraus e disputarão a série A3 em 2005, graças à (provável) extinção da série B este ano. Assim, São Paulo contará com apenas três divisões de futebol profissional: A1, A2 e A3. Se o tal do Marco Polo Del Nero (presidente da FPF) não extinguiu de verdade a série B1, deve estar levando uma bela grana dos quatro times citados, pois subir duas divisões em um só ano, ou se dá pela extinção da divisão intermediária ou por mala preta. É um ou outro caso. Não há outra hipótese.



  Escrito por normanblake às 00h09 [] [envie esta mensagem]





COPA DO BRASIL E BRASILEIRO DA SÉRIE C 2005

Para informar aos internautas mais fanáticos por futebol, passo a seguir uma lista de clubes classificados para a Copa do Brasil de 2005 (e Brasileiro da Série C 2005) que não entraram nas competições por serem campeões ou vice estaduais mas sim por ganharem torneios esdrúxulos disputados neste segundo semestre:

* São Paulo: Guarani (vice-campeão da Copa Estado de SP. O campeão foi o Santos, mas não vai poder disputar a copa do Brasil por ter se classificado para a Libertadores)
* Pernambuco: Limoeirense ou Barreiros (classificados para as semifinais da Copa Estado de Pernambuco. O Náutico B e o Santa Cruz B não podem se classificar)
* Minas Gerais: Tupi ou Ipatinga, prováveis vencedores da Taça Minas Gerais. O campeão vai para a Copa do Brasil
* Mato Grosso: Luverdense ou Cuiabá, finalistas da Copa Governador do Estado. O vencedor se classifica para o Brasileiro da Série C/2005
* O Vitória foi campeão da Copa Estado da Bahia, mas, ao que consta, não vale vaga para torneio algum.
Deve ter mais por aí. Depois eu atualizo.

  Escrito por normanblake às 23h57 [] [envie esta mensagem]



 


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